28 de maio de 2011

escrever, grafar, redigir.

Engraçado como as coisas acontecem quando tem que acontecer e como a escrita tem um papel tão determinante em minha vida.

Outro dia escrevi algo aqui que, mesmo sem dizer com todas as letras, tinha muito do que estava sentindo e não sabia o que fazer com aquilo tudo. Na mesma semana, em uma entrevista de estágio, pediram para agente escrever um texto com tema livre, linhas livre, tudo livre.

Daí eu pensei: ‘Fu**u. E agora? Escrevo o que?’ Optei pela sinceridade, depois fiquei com vergonha de lerem as minhas abobrinhas! No fim, deu tudo certo e fui chamada para o Trainee.

"Ser pego de surpresa e não ter muito que dizer é definitivamente estranho. Apesar que surpresas se tornaram uma constante em minha vida: desde aprovação a descoberta de caminhos tão novos.

Deixar para trás velhos costumes e trilhar novos rumos assusta e instiga ao mesmo tempo. Assusta a medida que damos passos no escuro e instiga seus limites, seus sonhos e no fim, derrubamos barreiras que muitas vezes nem sabíamos existir.

A saudade de tantas coisas e pessoas é uma constante e o desafio de tornar-se melhor é sempre um grande incentivo. Buscar novos ares, adaptar-se e moldar-se aos novos horizontes costuma ser tão bom quanto sentar e relembrar antigos costumes.

Além do mais, escrever um monte de besteiras faz parte da surpresa e dos novos caminhos que projetamos."
 

Ah, e todo blá blá blá da escrita em minha vida é que eu acho que não vou precisar de um analista por muito tempo. Por incrível que pareça, meus problemas costumam ser resolvidos e digeridos muito mais rápido quando escrevo tudo que sinto e leio depois de um tempo. Acho que eu acabo realocando tudo em uma perspectiva mais direta.