7 de setembro de 2014

Não fazem mais filmes como antigamente

Sim, ando meio desligada do cinema atual: Eu acabei desistindo de pagar uma fortuna em um ingresso de cinema para ver os mesmo atores, os mesmos efeitos especiais, os mesmo super-heróis e ter a mesma dor de cabeça com o 3D.

Acontece que graças ao Netflix ♥, a Sessão Clássicos do Cinemark e a minha amiga, Regina, eu tenho voltado a amar a sétima arte e ter a certeza absoluta que o cinema clássico é muiiiito melhor que qualquer efeito especial de hoje em dia... E definitivamente, nada substitui um bom roteiro.


Só para constar, eu NÃO sou critica de cinema e esse post é uma opinião PESSOAL.

O Poderoso Chefão

Tivemos um problema com o Cinemark nesse filme: A sessão estava marcada para 12:30, chegamos 12:20, o filme já tinha iniciado e ficamos sem assistir as primeiras cenas. Parabéns, Cinemark, seu serviço é sempre uma m**da.

Pulando o stress, eu não esperava muito de O Poderoso Chefão, apesar de ser bem famoso, eu imaginava um filminho mais ou menos, com sangue de mentira e gangsters ao clichê do século 21. Minha desinformação foi tanta que só descobri que se trata de uma trilogia depois.

E ai está uma grata surpresa. Sempre gostei de filmes com sangue de mentira, tiros, suspense e gangsters (!), mas O Poderoso Chefão supera todos os atuais por um motivo bem simples: Um história coerente + sangue de mentira, tiros e perseguições. Tá a parte da ação não é nível... sei lá... Salt (?), mas todo o resto é sensacional.

Aliás, Al Pacino e Marlon Brando são excepcionalmente sensacionais no filme. Na minha humilde opinião, dignos de Oscar. Aliás, como Marlon ganhou e Al Pacino foi indicado por esse filme.


Quanto mais quente melhor


Muito amor para esse filme ♥, talvez não seja o meu favorito de todos os tempos, mas sem dúvidas virou minha comédia favorita. E Marilyn, meu Deus! Como alguém pode ser tão linda assim?

Esse filme é uma comédia romântica bem levinha e, acredito, avançada para a época. Fala de dois amigos que presenciam um assassinato e para não serem vítimas dos gangsters vestem-se de mulher e começam a trabalhar em uma banda para mulheres, onde conhecem Sugar (Marilyn).

O filme é tão leve e bem escrito que você nem sente o tempo passar e quando acaba quer uma continuação. Inacreditavelmente, não há nenhum palavrão, nenhuma piada sexual ou racista, apenas bons atores, em situações engraçadas e em uma história coerente.

E, hey, já falei como Marilyn Moroe é Diva!?


Bonequinha de Luxo

Quanto a Audrey Hepburn, prefiro o filme "Sabrina" (meu favorito dela). Mesmo assim Bonequinha de Luxo correspondeu exatamente as minhas expectativas: sendo adorável e romântico, daqueles que te faz suspirar uma semana e anotar todas as frases de efeito.

Holly Golightly escapa da vida besta do interior para tentar a sorte na Nova York dos anos da Segunda Guerra. Esperta, de Hábitos nada ortodoxos e dona de um adorável gato sem nome, Holly nos leva a uma saga de aventuras amorosas em busca de um marido rico. 

Continuo sem saber  se o comportamento da protagonista (Holly) é aceitável aos padrões (hipocrisia) da época e aos olhos de hoje os personagens são livres, decididos e sonhadores.

Sim, é um romance bem clichê, extremamente citado e recontado, mas com o charme que só os filmes preto e brancos, roteiros bem escritos e Audrey Hepburn poderia dar a um filme.



E ai? Qual seu clássico favorito?