eu gosto de sofrer.
tipo em uma quarta-feira particularmente estressante - depois de uma viagem que me fez pensar o quão maravilhoso seria se eu não precisasse trabalhar para sobreviver - ficar zapeando na internet em blogs de pessoas que parecem ter uma vida fora de quatro paredes e um ar condicionado zuadento.
aliás, o ar condicionado da minha sala faz tanta zuada que deve caracterizar ambiente insalubre. vou processar.
eu sei que a internet nunca condiz com a realidade, mas as vezes tudo que a gente quer é sofrer mesmo... imaginando como seria ser agraciada por algo fácil na vida.
pq convenhamos que tem aquela hora que cansa ser resiliente o tempo todo. aliás, odeio ter que ser resiliente.
foda-se resiliência. quero largar tudo e vender arte na praia.
aliás, preciso aprender alguma arte. tipo aprender a escrever algo com começo meio e fim.
voltei da praia com a ideia para uma história que poderia ser massa.
ai eu tive que dormir cedo porque ia trabalhar no outro dia.
trabalhei pra caralho no outro dia
o ônibus atrasou
cheguei em casa tarde
tinha matéria pra estudar
meu notebook deu pau (ou foi a internet?)
foda-se ideia de história que poderia ser massa.
13 de julho de 2016
24 de janeiro de 2016
Praia do Francês e Barra de São Miguel - AL
Meu último final de ano foi meio louco, meio cansativo, bem estressante e por isso, na segunda semana de Janeiro, a gente resolveu fugir da loucura por um fim de semana e esquecer um pouco os problemas. E ai, para quem mora em Aracaju, dá um pulinho em Alagoas costuma ser uma viagem bem legal e não tão cara.
A gente tinha um reserva na Pousada Aborígene, na Praia do Francês (254 km de Aju), que é uma praia do município de Marechal Deodoro. A hospedagem é bem legal, próximo a praia, perto de um estacionamento, café da manhã delícia. Apesar de não aceitar cartão de crédito (???) e ter sido uma odisseia encontrar um cash de banco, mas ok.
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| a prometida vista pro mar |
A praia do Francês me surpreendeu negativamente. O mar é lindo, a vila é bem agitada, tem mil opções para turista nenhum colocar defeito, mas a praia em si não tem muita novidade. Achei o lugar inteiro bem sujo, apesar de vê muita lata de lixo e muita gente limpando as ruas o tempo todo, o que pode até ser justificado por ser uma praia super cheia.
Muita gente. Muita, muita gente pra lá e pra cá. Muito surfista. Muito carro e pouca vaga para estacionar. Muita loja, restaurantes aos montes e para todos os gostos. Várias opções de atividades e muitos bares. A praia do Francês é realmente badalada e, para quem curte esse tipo de passeio, deve ser maravilhoso, o que não é o nosso caso.
| Praia do Francês / AL |
A área com mais banhistas é super tranquila, tem quebra-mar, guarda-vidas e é super família. Uma área mais afastada é destinada a surfistas. Aliás, tava rolando campeonato de surf.
A gente chegou no sábado e apesar de estar nublado, só começou a chover no fim da tarde, durante a noite e na manhã do domingo. Um arrependimento foi ter ido apenas para um fim de semana: a chuva também não colaborou e não deu para aproveitar algumas opções como mergulho ou alguns bares super charmosos, como o Roxybar.
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| Imagem do Google |
Falando em bares/restaurante/comida, virou um pouco de tradição eu acabar em algum restaurante italiano em minhas viagens. No Francês, eu recomendo, total e absolutamente, o restaurante Padrino. É uma cantina Italiana superacolhedora, com ótimo atendimento, muitas boas opções de massa e uma caipirinha matadora delícia. Aliás, eu achei os preços super ok para um lugar tão turístico e um restaurante que ostenta prêmios e matérias de jornal na parede.
No domingo, a gente aproveitou para passar em Barra de São Miguel, que fica - literalmente - ao lado da Praia do Francês e que surpresa maravilhosa.
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| Barra de São Miguel / AL |
A dica é: Se você não curte badalação, quer pegar uma praia de água morna, limpa e super tranquila, seu destino no litoral sul de Alagoas é Barra de São Miguel. A gente só passou algumas horinhas por lá, mas já valeu por todo fim de semana.
Tem menos opções para hospedagem, é uma praia mais de veraneio, cheia de casarões e espaços de festas. Um trecho da praia, no centro da vila, tem quebra mar e é um lugar bem tranquilo para crianças, com opções para turistas e muitos bares. Eu achei que o preço é mais salgado em relação a Praia do Francês, mas considerei o custo-benefício bem maior.
Com relação a transporte, eu acho que chegar na praia do Francês é mais fácil para quem está sem carro, porque não vi opções de transporte público em Barra de São Miguel. Na dúvida entre as praias, dá para passar um tempinho em cada uma.
29 de dezembro de 2015
#Vem2016
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| We Heart It |
Enfim, só essa semana - pós Natal - que eu realizei que 2015 já era. Migxs, onde eu estava nos últimos 365 dias? Pensando bem, quando foi que 2015 passou? Porque eu nem vi.
Esse ano foi um bom ano. Na vdd, todo fim de ano é esse o meu veredito: foi um bom ano. Eu, obviamente, me desviei muito do caminho que eu tinha traçado - vide planos para 2015. Apanhei deeeeemais, aprendi bastante sobre resiliência, sobre dar a cara a tapa e sobre ser forte. Aprendi um monte de coisas, aliás.
Talvez eu não tenha viajado para lugar nenhum, não li nem 1/3 do que eu pretendia, todos os limites da minha teimosia foram testados e expandidos; Com toda certeza do mundo eu trabalhei mais do que é considerável saudável, mas conheci muitas pessoas incríveis e toquei alguns projetos muito legais profissionalmente.
Aliás, esse foi o ano da minha jovem vida profissional e, possivelmente, o ano que eu menos dormir em 22 anos.
Confesso que eu tô meio perdida sobre 20156. Nos outros anos eu tinha um planejamento claro e objetivo para o ano seguinte (talvez não tão objetivo assim), mas agora essa sou eu, à deriva. É uma sensação esquisita para alguém tão metódica e controladora, mas essa é a primeira vez que eu vou "virar ano" com uma sensação de livro em branco. E isso é bem legal. Um pouco revigorante.
E um pouco assustador tb.
Ultimamente viver tem sido meio assustador, sem crise de vinte e poucos, nem nada, mas nos últimos anos eu tenho aceitado algumas coisas, crescido e me posicionado como ser humano. Assumi algumas posições, tomei alguns desafios e estou tentando parar de olhar o mundo com cara de assustada.
E olhando em perspectiva, finalmente, tenho outros 365 dias. Os quais eu só penso em dar um passo , de cada vez, no escuro e ver o que acontece.
Aliás, esse foi o ano da minha jovem vida profissional e, possivelmente, o ano que eu menos dormir em 22 anos.
Confesso que eu tô meio perdida sobre 201
E um pouco assustador tb.
Ultimamente viver tem sido meio assustador, sem crise de vinte e poucos, nem nada, mas nos últimos anos eu tenho aceitado algumas coisas, crescido e me posicionado como ser humano. Assumi algumas posições, tomei alguns desafios e estou tentando parar de olhar o mundo com cara de assustada.
E olhando em perspectiva, finalmente, tenho outros 365 dias. Os quais eu só penso em dar um passo , de cada vez, no escuro e ver o que acontece.
Obviamente, logo logo, eu vou ter um planner digital com algumas diretrizes para o ano, mas por enquanto vamos aceitar a teoria de que eu sou corajosa.
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