13 de julho de 2016

aliás

eu gosto de sofrer.

tipo em uma quarta-feira particularmente estressante - depois de uma viagem que me fez pensar o quão maravilhoso seria se eu não precisasse trabalhar para sobreviver - ficar zapeando na internet em blogs de pessoas que parecem ter uma vida fora de quatro paredes e um ar condicionado zuadento.

aliás, o ar condicionado da minha sala faz tanta zuada que deve caracterizar ambiente insalubre. vou processar.

eu sei que a internet nunca condiz com a realidade, mas as vezes tudo que a gente quer é sofrer mesmo... imaginando como seria ser agraciada por algo fácil na vida.

pq convenhamos que tem aquela hora que cansa ser resiliente o tempo todo. aliás, odeio ter que ser resiliente.

foda-se resiliência. quero largar tudo e vender arte na praia.

aliás, preciso aprender alguma arte. tipo aprender a escrever algo com começo meio e fim.

voltei da praia com a ideia para uma história que poderia ser massa.

ai eu tive que dormir cedo porque ia trabalhar no outro dia.

trabalhei pra caralho no outro dia

o ônibus atrasou

cheguei em casa tarde

tinha matéria pra estudar

meu notebook deu pau (ou foi a internet?)

foda-se ideia de história que poderia ser massa.

24 de janeiro de 2016

Praia do Francês e Barra de São Miguel - AL


Meu último final de ano foi meio louco, meio cansativo, bem estressante e por isso, na segunda semana de Janeiro, a gente resolveu fugir da loucura por um fim de semana e esquecer um pouco os problemas. E ai, para quem mora em Aracaju, dá um pulinho em Alagoas costuma ser uma viagem bem legal e não tão cara.

A gente tinha um reserva na Pousada Aborígene, na Praia do Francês (254 km de Aju), que é uma praia do município de Marechal Deodoro. A hospedagem é bem legal, próximo a praia, perto de um estacionamento, café da manhã delícia. Apesar de não aceitar cartão de crédito (???) e ter sido uma odisseia encontrar um cash de banco, mas ok.

a prometida vista pro mar

A praia do Francês me surpreendeu negativamente. O mar é lindo, a vila é bem agitada, tem mil opções para turista nenhum colocar defeito, mas a praia em si não tem muita novidade. Achei o lugar inteiro bem sujo, apesar de vê muita lata de lixo e muita gente limpando as ruas o tempo todo, o que pode até ser justificado por ser uma praia super cheia.

Muita gente. Muita, muita gente pra lá e pra cá. Muito surfista. Muito carro e pouca vaga para estacionar. Muita loja, restaurantes aos montes e para todos os gostos. Várias opções de atividades e muitos bares. A praia do Francês é realmente badalada e, para quem curte esse tipo de passeio, deve ser maravilhoso, o que não é o nosso caso.

Praia do Francês / AL

A área com mais banhistas é super tranquila, tem quebra-mar, guarda-vidas e é super família. Uma área mais afastada é destinada a surfistas. Aliás, tava rolando campeonato de surf.

A gente chegou no sábado e apesar de estar nublado, só começou a chover no fim da tarde, durante a noite e na manhã do domingo. Um arrependimento foi ter ido apenas para um fim de semana: a chuva também não colaborou e não deu para aproveitar algumas opções como mergulho ou alguns bares super charmosos, como o Roxybar.

Imagem do Google

Falando em bares/restaurante/comida, virou um pouco de tradição eu acabar em algum restaurante italiano em minhas viagens. No Francês, eu recomendo, total e absolutamente, o restaurante Padrino. É uma cantina Italiana superacolhedora, com ótimo atendimento, muitas boas opções de massa e uma caipirinha matadora delícia. Aliás, eu achei os preços super ok para um lugar tão turístico e um restaurante que ostenta prêmios e matérias de jornal na parede.

No domingo, a gente aproveitou para passar em Barra de São Miguel, que fica - literalmente - ao lado da Praia do Francês e que surpresa maravilhosa.

Barra de São Miguel / AL

A dica é: Se você não curte badalação, quer pegar uma praia de água morna, limpa e super tranquila, seu destino no litoral sul de Alagoas é Barra de São Miguel. A gente só passou algumas horinhas por lá, mas já valeu por todo fim de semana. 

Tem menos opções para hospedagem, é uma praia mais de veraneio, cheia de casarões e espaços de festas. Um trecho da praia, no centro da vila, tem quebra mar e é um lugar bem tranquilo para crianças, com opções para turistas e muitos bares. Eu achei que o preço é mais salgado em relação a Praia do Francês, mas considerei o custo-benefício bem maior.

Com relação a transporte, eu acho que chegar na praia do Francês é mais fácil para quem está sem carro, porque não vi opções de transporte público em Barra de São Miguel. Na dúvida entre as praias, dá para passar um tempinho em cada uma. 


29 de dezembro de 2015

#Vem2016

We Heart It
Essa semana acabou meu último semestre de faculdade - eu tenho falado exaustivamente sobre isso no twitter - agora só preciso finalizar meu TCC e tcharãn: Get a real job! O que ~teoricamente~ não deve ser mais difícil que sobreviver a cinco anos de Federal.

Enfim, só essa semana - pós Natal - que eu realizei que 2015 já era. Migxs, onde eu estava nos últimos 365 dias? Pensando bem, quando foi que 2015 passou? Porque eu nem vi.

Esse ano foi um bom ano. Na vdd, todo fim de ano é esse o meu veredito: foi um bom ano. Eu, obviamente, me desviei muito do caminho que eu tinha traçado - vide planos para 2015. Apanhei deeeeemais, aprendi bastante sobre resiliência, sobre dar a cara a tapa e sobre ser forte. Aprendi um monte de coisas, aliás. 

Talvez eu não tenha viajado para lugar nenhum, não li nem 1/3 do que eu pretendia, todos os limites da minha teimosia foram testados e expandidos; Com toda certeza do mundo eu trabalhei mais do que é considerável saudável, mas conheci muitas pessoas incríveis e toquei alguns projetos muito legais profissionalmente.

Aliás, esse foi o ano da minha jovem vida profissional e, possivelmente, o ano que eu menos dormir em 22 anos.

Confesso que eu tô meio perdida sobre 20156. Nos outros anos eu tinha um planejamento claro e objetivo para o ano seguinte (talvez não tão objetivo assim), mas agora essa sou eu, à deriva. É uma sensação esquisita para alguém tão metódica e controladora, mas essa é a primeira vez que eu vou "virar ano" com uma sensação de livro em branco. E isso é bem legal. Um pouco revigorante.

E um pouco assustador tb.

Ultimamente viver tem sido meio assustador, sem crise de vinte e poucos, nem nada, mas nos últimos anos eu tenho aceitado algumas coisas, crescido e me posicionado como ser humano. Assumi algumas posições, tomei alguns desafios e estou tentando parar de olhar o mundo com cara de assustada.

E olhando em perspectiva, finalmente, tenho outros 365 dias. Os quais eu só penso em dar um passo , de cada vez, no escuro e ver o que acontece.

Obviamente, logo logo, eu vou ter um planner digital com algumas diretrizes para o ano, mas por enquanto vamos aceitar a teoria de que eu sou corajosa.

1 de novembro de 2015

Porque eu escolhi ser administradora

(ou como eu vejo a Administração no Brasil atualmente).

Essa crônica foi encomendada. Para ser bem sincera, eu nunca tinha pensado seriamente sobre "a minha visão sobre a administração e a selva capitalista", nas palavras do meu orientador de monografia, e concordo ser um exercício interessante.

Na verdade, todos deveriam pensar um pouco sobre suas escolhas academico-profissionais.

Hoje eu sou estagiária de Gente&Gestão em uma das maiores indústrias brasileiras, já passei por um grande banco público, por uma pequena empresa de T.I. e pela Empresa Jr de administração. Não vou dizer que tenho um currículo invejável ou sou o futuro da gestão no país, mas tenho certeza que já cheguei muito longe para os meus vinte e poucos (e antes de sair da Universidade).

Quando eu passei para Adm, em 2011, eu não fazia ideia do que estava fazendo ali. Odiava de todo coração todos os professores inúteis de finanças - essa ainda é a maior lacuna na minha formação, tinha sérios problemas de identificação, nunca tive uma galera da faculdade ou algo assim. E até um ou dois semestres atrás, eu nunca me considerei Gestora e estava procurando loucamente a primeira oportunidade de largar aquilo tudo, mesmo sem saber para onde ir (minha matrícula em Jornalismo continua trancada).

E esse é, provavelmente, o sentimento da maioria dos bacharelando em Administração, tanto que o curso de adm tem fama de ser o "curso para quem não sabe o que fazer". Apesar de tudo, eu tinha um plano: independência financeira e trabalhar com comércio exterior e internacionalização. Porque eu não tentei Relações Internacionais? Interferência da família nem sempre é uma coisa boa.

Eu sei que a faculdade de administração não é bem assim e que meus objetivos eram bem generalistas, mas nesses cinco anos de faculdade, consegui certa independência financeira, trabalhei muito, perdi muita matéria por causa do trabalho, perdi muita noite de sono estudando, abandonei alguns hobbies (que não deveria ter largado); e agora estou em uma empresa que me permite uma carreira internacional. Sou feliz com minha vida profissional? Em parte.

Confesso que perdi um pouco em qualidade de vida (Sdds tempo pro Pilates), que comecei a entender alguma coisa de cervejas, que não tenho tempo para alguns projetos que queria muito tocar, e que outros caminhos estão surgindo no horizonte e talvez eu não tenha um futuro no mundo corporativo (prova do mestrado, me ame), mas isso é outra pauta.

O fato é que quando as pessoas me perguntam o que eu acho da administração hoje, minha única resposta é que os administradores não acreditam no que fazem e o mercado não acredita na administração. Hoje, o que eu considero a maior vantagem de Administração é ser um curso que permeia todas as áreas de todos os três setores da economia; e a maior desvantagem é que o mercado brasileiro não acredita que somos necessários.

De todas as empresas que eu passei (empresa Jr não conta), nenhuma delas tinha um gestor formado em Administração - ou que se quer tentasse aprender - e de todas elas, apenas a multinacional acredita que gestão é algo fundamental. E são os administradores que me deixam mais fula com esse mundo - além de alguns professores que a gente se bate pelo caminho. A gente (porque infelizmente eu tenho que me incluir), não se valoriza, acreditamos que engenheiros e advogados e qualquer um é melhor que nós, além de proclamarmos aos quatro ventos o quanto somos supostamente inúteis.

Já ouvi isso várias vezes na Universidade e vejo no mercado de trabalho muitas pessoas que tem outra formação acadêmica e consegue ser um bom administrador, conheço inúmeros engenheiros que manjam de gestão e isso é um ponto positivo e negativo da área: Muitos podem ser engenheiros e gestores, por exemplo, mas nós não podemos ser gestores e engenheiros.

Acredito que saímos tão frustrados da Universidade - pelas grades mal elaboradas e professores que não deveriam lecionar - que falta esse interesse em aprender além da cartilha. Aprender qualquer outra coisa em outras áreas, ter o interesse de se jogar em outros mundos, apanhar um pouco e aprender muito mais. Ficamos conformados com salário mínimo e papelada. Aceitando sempre que "o curso de administração não serve para nada".

Nunca sai da minha Universidade, em um estado pequeno do Nordeste; Também nunca sai do mercado de trabalho Sergipano, mas espero de coração que lá fora, meus cinco anos ralando na faculdade tenham mais credibilidade.

Eu também espero que no momento que a Gestão perca toda credibilidade comigo, eu tenha a coragem de mudar. De procurar outro curso, outra área de trabalho, linha de pesquisa... o que seja. E que eu consiga deixar espaço para quem realmente acredita no que faz.


12 de setembro de 2015

Desapegue dos seus livros

Imagem: Pinterest
Recentemente, lendo o livro da Thais Godinho sobre organização, eu percebi que mesmo já sendo uma pessoa organizada, eu precisava "destralhar" um pouco a minha vida, começando pelas coisas que eu acumulo no meu quarto. 

Eu moro em um apertamento bem pequeno e espaço por aqui não costuma sobrar, isso inclui a quantidade exagerada de livros que eu sempre guardo e, com bastante aperto no coração, eu resolvi separar alguns livros para doar. 

Sempre fui da filosofia que os livros não devem ficar presos em um único lugar, com um único leitor, por toda a história da humanidade. Lógico que eu tenho alguns (vários) que estão imaculadamente arrumados em prateiras, como meus Harry Potters ou meus Martin Pages ou Jane Austens.

E acabei percebendo que eu realmente tenho (você também deve ter!) livros que nunca mais serão folheados ou que eu comprei e nunca li efetivamente ou aqueles que eu considerei tão ruim que não tenho coragem nem de olhar a capa! Acabo imaginando o quão injusto é eu ter tantos livros parados aqui, quando existe inúmeras pessoas que não tem acesso a nenhum livro. 

Talvez, quem sabe, um desses que estão juntando poeira comigo, não seja o livro que vai formar um novo leitor ou virar o livro favorito de alguém. Não vou dizer que é fácil desapegar, porque não é, mas quando você pensa nas vantagens além da ostentação de uma prateleira de livros não lidos, fica bem mais fácil. Por exemplo:

1. Abrimos espaço para guardar (e comprar) novos livros.
2. Nos livramos daquele livro que a gente não gostou, mas alguém pode amar.
3. Passamos a ser mais críticos na hora de comprar um livro.
4. Menos objetos para limpar a poeira!
5. Podemos formar novos leitores. Esse novos leitores podem virar leitores dos nossos blogs, que podem virar nossos amigos, que podem comentar sobre outros livros maravilhosos!
6. Livros são feitos para serem lidos e tem vida útil! Eles amarelam, envelhecem e logo logo se perderam sem que ninguém o tenha conhecido!

Mas eu não sei para quem doar! ou As pessoas não vão cuidar tão bem deles quanto eu! ou Eu não consigo desapegar! 

Essas são as justificativas que eu costumo escutar quando eu comento o quão legal e importante é fazer os livros circularem. Sim, você consegue e sempre tem algum livro ai que você já leu e nunca mais vai ler ou comprou/ganhou e nunca vai ler. Verdade, algumas pessoas não tem o mesmo cuidado com os livros e é por isso que eu costumo doar para bibliotecas.

No começo da minha fase de desapego literário, eu trocava livros na internet usando o livra livro ou o skoob mas, depois de algumas dores de cabeça com os Correios, eu percebi que eu trocava seis por meia duzia, já que raramente fazia uma troca em que eu ficava 100% satisfeita e acabava com mais um livro que não leria. Obviamente, teve casos em que eu fiz troca incríveis e conheci, por exemplo, o Martin Page.

Depois eu resolvi liberar alguns livros usando o Bookcrossing e nenhum deles rastreados no site e eu acabei meio frustrada com o projeto :T

Minha outra opção foi tirar foto dos livros que tenho disponíveis e comecei a enviar para os amigos  leitores no whatsapp e no Facebook até encontrar novos donos para todos eles. E já vi pessoas que criaram tumblr para vender os livros ou tentaram outras ferramentas online para isso.

Hoje, eu estou doando para bibliotecas públicas: Primeiro para a biblioteca que a gente montou com o Pintando o Se7e; depois procurando por bibliotecas de Aracaju que aceitam doação de livros. A que eu encontrei e sei que está aceitando doações atualmente é a Biblioteca Clodomir Silva, no bairro Siqueira Campos, e eu imagino que os livros terão um bom destino e companhia por lá.

Por fim, o que eu quero dizer é que: ter um montão de coisas acumuladas na sua casa não faz de você uma pessoa melhor e sim uma pessoa com muitas coisas para limpar. Assim como, ter um monte de livros não lidos em uma estante fancy, não faz de você um leitor melhor e sim um leitor egoísta.

Livros são legais demais para passarem a vida exibidos e parados em uma estante.

20 de maio de 2015

depender não é amar

Eu acho que as pessoas distorcem o amor em uma relação de dependência sufocante. Porque eu posso amar meus pais e sair da casa deles em busca dos meus sonhos; Ou eu posso amar meus amigos e aceitar que eles tenham outros grandes amigos; Ou eu posso amar uma pessoa sem que ela ocupe todos os espaços da minha vida.

Na verdade, a palavra é exatamente essa: ocupar. As pessoas acreditam que amar é tomar posse, é ocupar cada pensamento da outra e fazer dela a dona de todos os seus pensamentos. E isso não é amor.

Isso é obsessão, é dependência. Como um dependente químico essas pessoas precisam do outro, da aprovação do outro, da permanência do outro em sua vida. Mesmo que isso a coloque em uma categoria inferior na vida do "amado". Porque o que importa para o dependente é manter aquele estreito vínculo que faz ele manter a esperança de que a dependência, um dia, seja recíproca.

Mas ai está a questão, ressonância não depende de presença, de contato, de unicidade. Ressonância é empatia e empatia não se toma a força. Ela simplesmente acontece. Com o tempo, com naturalidade, com diálogo, com a vida, com os objetivos em comum...

Sabe, a gente não pode forçar nossa presença, exigir a atenção, esperar que tudo seja pago na mesma moeda. A gente precisa ser livre para escolher, para amar. Para aceitar a si próprio antes de esperar pelos outros.

A gente precisa ser livre para escolher, para dizer não e para ir embora. Para conhecer o mundo e saber que temos um lugar seguro para voltar. Se importar não significa, agir esperando o retorno. Amar significa abandono. Significa segurança. Significa aceitar quando é hora de deixar as pessoas irem.

15 de maio de 2015

Quando a sociedade me rotulou como feminazi


Eu ainda não decidi se eu me considero totalmente feminista ou se eu sou uma simpatizante da ideia de igualdade de gêneros. Obviamente, uma questão de dar rótulos aos meus ideais e rotular pessoas é uma coisa muito estúpida.

Outro dia, eu tive de escutar que "eu não podia mudar o mundo sozinha" em um discussão ridícula sobre mulher poder ou não poder xingar. Enquanto o lado oposto dizia que é muito pior uma mulher xingando que um homem xingando; eu tentava bravamente não ter um infarto fulminante diante do machismo partindo de uma mulher.

Não, gata, eu não quero mudar o mundo sozinha, mas eu também não preciso aceita-lo do jeito que me foi entregue. 

Eu não preciso aceitar "meu lugar na cozinha"; não preciso aceitar "30% menos de salário"; não preciso aceitar "ser estuprada por que vesti um short curto"; não preciso "ser assassinada por ser mulher"; não preciso aceitar quando gritam "gostosa" do carro, enquanto eu caminho até o ponto de ônibus; não preciso aceitar ser "sexualmente assediada em ônibus lotado"; não preciso aceitar "você precisa de um namorado"; e não preciso aceitar "ser uma mulher sem dono".

Tirinha: Alexandre Beck.

Posso não ser grande teórica do assunto, não li quase nada a respeito, não vou a grandes marchas em prol do direito das mulheres... mas eu quero assumir meu lugar em toda e qualquer discussão que tente me enfiar regras goela a baixo. Principalmente se essas regras só se aplicarem ao sexo feminino apenas por sermos mulheres.

Mulheres deveriam se dar ao respeito... Todo ser humano deve respeitar qualquer ser vivo independente de qualquer coisa.

Mulheres não deveriam se vestir desse jeito... Eu me visto como eu quiser, porra. O corpo é meu e quem manda em mim sou eu.

Mulheres não deveriam beber, fumar, xingar, chegar tarde em casa, gostar de futebol, ser exímia motorista, ter amigos homens, ou qualquer coisa "tipicamente masculina"... Eu me enquadro na categoria ser humano e por tanto eu tenho tanto direito como qualquer ser humano a fazer o que me dá na telha. Por que é feio uma mulher bêbada e é viril um homem bêbado? É feio, para mim, qualquer pessoa alcoolizada a ponto de não responder por si mesmo.

Mulheres não pode sair "pegando geral"... Uma coisa muito irritante é o fato de sexualidade aflorada em homens ser um ponto extremamente positivo e para as mulheres um crime imperdoável. Meu argumento é sempre o de que homens e mulheres são seres humanos e todo ser humano é igual e DEVE ter os mesmos direitos.


Eu queria, realmente, entender o que as pessoas tem em mente quando dizem que mulher com uma grande carreira, transou com o chefe e homens com grandes carreiras são inteligentíssimos; Ou como nenhuma conquista de uma mulher será representativa diante do fato dela continuar solteira; Ou como nenhuma mulher será completa sem que tenho um filho (parido do seu próprio ventre).

Eu não quero ser superior, eu não quero rótulos, eu não quero ser chamada de feminazi por não aceitar o lugar que querem me impor. Eu não preciso me enquadrar nos padrões que a sociedade me impõe. Eu quero ter cabelo curto, eu não quero ter filhos, eu quero uma carreira brilhante, eu quero viajar sozinha ou acompanhada, eu não preciso de um homem para me sentir mulher e eu posso xingar a hora que eu quiser.

Não precisamos aceitar a sociedade que estamos inseridos, assim como não precisamos mudar o mundo. Apenas precisamos nos aceitar como somos e entender que não existe homem versus mulher; branco versus negro; ou rico versus pobre diante do fato de que somos seres humanos DIFERENTES, cujos direitos são exatamente IGUAIS. 

Mais feminismo no Mil Alices:
Feminismo por aí:

17 de abril de 2015

O endeusamento da medicina brasileira

Significado de Endeusar

v.t. Deificar, divinizar.
Louvar desmedidamente.
V.pr. Fig. Atribuir qualidades divinas a si mesmo.
Extasiar-se.

Esse é uma daquelas crônicas que eu sei que alguns vão se identificar, outros vão repudiar e muito não irão entender. Entender porque enquanto a qualidade da saúde pública brasileira regride a olhos vistos, eu - uma reles ninguém - estou falando do ego inflado de uma classe financeiramente rica acostumada a rir da cara de quem deveria cuidar.

Eu tenho plano de saúde. Eu estou muito acima da linha da miséria e bem abaixo da classe média. Eu sou uma típica brasileira, de família tradicional, cujos pais ralam muito - muito mesmo - para dar a mim e a meu irmão, uma casa confortável, uma escola privada de alguma qualidade, tv a cabo, internet e plano de saúde.

Eu não sou e não fui uma dessas pessoas que morrem na fila de um hospital público esperando uma maca ficar vaga ou um médico aparecer no seu plantão e por tanto a realidade que eu tenho conhecimento de causa para falar se resume a hospital privados, planos de saúdes medíocres e profissionais que deveriam nos atender com o mínimo de dignidade. Por tanto, me desculpe se entre tantos problemas, médicos importados e dinheiro desviado, eu estou falando das únicas pessoas que se acham mais vítimas que quem está esperando em uma fila.

Já estive muitas vezes em hospitais - vários deles, nas várias cidades que eu já morei. Nunca nada exatamente sério, mas de problemas alérgicos e respiratórios, eu tenho uma lista. Sempre tive plano de saúde e isso, sem sombra de dúvidas, salvou minha vida durante a minha infância. Algo sobre quinze anos atrás, eu morar perto de um hospital de referência e o médicos se formarem por dedicação à vida e não ao dinheiro. Acho que era um tempo em que a gente ia sempre ao mesmo médico, o cara conhecia toda a nossa família e nosso histórico hospitalar e eu, pequenininha, conhecia as enfermeiras do hospital pelo nome.

Esse tempo, não existe mais na minha realidade e acho que nunca existiu na realidade de mais da metade da população brasileira. Hoje, eu vejo um número enorme de pessoas pegando diplomas de medicina em nome de um status social superestimado e um retorno financeiro rápido. Logicamente, existem exceções e talvez exista amor na medicina.

Para a minha geração, basta pensar em quantos conhecidos que prestaram (ou vão prestar) vestibular para medicina. Quais deles vão ser médicos porque a família quer um médico? Quais deles vão ser médicos porque o retorno financeiro, após a formatura, é rápido? Quais deles, na sua opinião, tem traços de personalidade que farão dele um médico humanizado? 

Quais deles realmente DESEJAM ser médicos?

Eu não posso afirmar categoricamente qual o problema da medicina no Brasil. O que eu preciso defender é uma postura humana em relação ao paciente e o amor a profissão e não ao dinheiro. O que eu quero dizer é que eu não aguento mais esperar dias por uma consulta de rotina, por um médico que não vai nem olhar para mim; semanas por um exame; e meses por um diagnostico no qual eu se quer confiarei.

Já tive muitos diagnósticos errados que poderiam ter me levado a complicações seríssima se eu não fosse grilada (e tivesse condições) de visitar vários médicos. Conheço pessoas que precisaram de cirurgias de emergência porque não foram diagnosticadas em tempo. E outras que fizeram cirurgias desnecessárias para que o Dr. Fulano tivesse o dinheiro de um procedimento.

Essa falta de valor da vida em frente ao dinheiro, e a necessidade de dizer-se médico em nome de um status social pode não ser tipicamente brasileira, mas o endeusamento da nossa medicina tem trazido danos incalculáveis a saúde do nosso país. Muito mais que estrutura física, nós precisamos de seres humanos normais e apaixonados pela profissão escolhida. 

Precisamos de mais amor e menos status na medicina.

29 de março de 2015

- 5kg em 14 dias com a nova dieta do Mil Alices

O título desse post soa assustador para mim, não sei para vocês, mas essa é a capa da maioria das revistas femininas que a gente vê por ai.

Eu já fiz muitas dietas nessa vida, algumas por questão de saúde, outras nem tanto, e assim como minhas dietas não costumam durar mais que um par de meses, essa loucura fitness sempre me incomodou ao extremo.

Já que vamos conversar sobre isso, vou começar esclarecendo que eu NÃO sou contra pessoas que curtem malhar, comer bem, levar uma vida saudável, compartilhar isso tudo na internet e o melhor: ganhar dinheiro fazendo uma coisa que gostam.

De certa forma, eu sempre acompanhei o movimento instafitness porque é um pouco impossível fechar os olhos para as bloguetes de moda e musas em todos os recantos da internet, e agora fora dela. 

Porém, para quem - como eu - ama cozinhar, comer comidas diferentes e juntar os amigos para comer, só em pensar em restringir a alimentação já começa o sofrimento. Infelizmente, com minha recém descoberta Intolerância a Lactose, acabei tendo que me jogar de cabeça na dieta e na busca por alternativas ao leite pela internet e a escravidão da beleza que eu descobri tem me deixado perplexa.

É claro que todo mundo conhece todos os problemas ligados a alimentação como bulimia e anorexia, além de toda a pressão midiática a respeito do corpo magro perfeito, mas o que eu quero colocar em pauta é qual a necessidade disso tudo e qual o preço que estamos pagando?

Uma das minhas buscas mais comuns no google é "alguma receita" + sem lactose e é surpreendente o número de links de blogs de dietas onde meninas, sem qualquer restrição alimentar por saúde, dá dicas de comida sem lactose, sem glúten, sem ovo (e sem sabor) ao mesmo tempo. Ou "prescrevem" dietas milagrosas que prometem um corpo sarado em poucos dias sem nenhum apoio médico ou qualquer análise de quais os efeitos colaterais disso no corpo.

Dieta me deixa extremamente irritada, ser impedida de comer me estressa em níveis estratosféricos e eu continuo sem entender como pessoas passam fome voluntariamente enquanto milhões de pessoas morrem de fome por não ter o que comer. Está em moda estar de dieta e com o Dr. Google disponível a todos 24horas por dia, 7 dias por semana é mais ainda mais fácil passar fome em troca de um corpo maravilhoso.

NO PAIN NO GAIN. É bizarro, para mim, ao ponto de questionar a sanidade mental das pessoas. Porque eu acredito que qualquer atividade física deve ser prazerosa e não dolorosa. Se tá doendo, se você está sofrendo, TEM ALGUMA COISA ERRADA! E nesse ponto cabe o bom senso e profissionais acompanhando cada pessoa, alguma dor é normal, sofrimento não.

Também é complicado pagar por todo esse glamour fitness, mas eu acredito fielmente que há alternativas low cost para quem realmente deseja uma vida saudável.

Eu sei que ter uma rotina de exercícios, uma dieta balanceada, hábitos saudáveis e acompanhamento médico faz muito bem. Eu sei que se sentir bonito é maravilhoso e que a mídia/sociedade nos impõe um padrão surreal. E eu também acredito em mente sã, corpo sã. Eu só queria ver as pessoas aceitarem a si mesmos independente dos padrões dos outros, eu queria achar receitas gostosas sem que ler "estou de dieta fitness" nas entrelinhas. Eu só queria que fosse bonito ser feliz ao invés de ser bonito ser magérrimo. 


Textos relacionados internet a fora:

8 de março de 2015

Cinco personagens femininos memoráveis

Hoje é oito de março, Dia da mulher. Eu não pretendia escrever mais um desses textos clichês (e sem sentido) de como a mulher é maravilhosa e salva a vida chata e difícil dos homens ou nada de cunho estritamente feminista, até porque eu já fiz isso em 2010. Porém, o vlog de hoje da Pam (Garota It), me fez pensar em quais são minha personagens femininas (literárias ou não) favoritas e porque elas são importantes para mim!

Quando eu comecei a pensar nos nomes, as personagens literárias foram fáceis porque são personagens realmente importantes para mim, mas quando eu comecei a pensar em cinema (principalmente nas últimas décadas) me deu um branco total. Lógico que eu consigo citar personagens femininas legais, filmes legais, mas nada MEMORÁVEL. E isso é meio chocante, porque eu consumo cinema apesar de não me sentir representada por ele. Enfim, pense nisso ;)

Imagem: We Heart It
Pollyanna: A Pollyanna do livro da Eleanor H. Porter foi e ainda é bem importante na minha vida. Eu sei que não é um excelente exemplo de GIRL POWER, mas eu acho que a forma que a personagem vê o mundo e como ela é escutada por todos é um bom exemplo de personagem forte e memorável, principalmente pela época em que a história foi escrita, 1913.


Elizabeth Bennet: Impossível não citar Jane Austen quando falamos de mulheres memoráveis! Lizzie Bennet consegue despertar em mim vários sentimentos e a maioria das ações dela me representam de muitas formas. Se eu tivesse que citar apenas uma personagem, sem dúvidas, seria ela.


Mulan: Minha princesa disney favorita ever. Eu poderia citar Elsa também, mas ela não marcou minha vida como Mulan fez. Eu acho que minha infância foi mais corajosa porque eu imaginava viver coisas tão legais quanto Mulan, ou montar a cavalo como ela fazia ou ser uma heroína e salvar a China (Japão? Brasil?) inteira!


Ophelia: Eu adoro a forma como Don Winslow conduz os relacionamentos no livo Selvagens e não sei o quanto meu amor pelo livro influenciou na escolha da O. para essa lista, mas eu a acho uma personagens sensacional pelo simples fato de que ela tem personalidade própria além dos estereótipos e nem por isso ela é julgada em seu ciclo social. Eu não considero que a personagem seja propositalmente feminista ou nada do gênero e é isso que me cativa... o comportamento dela é natural e a forma como as situações caminham no livro também. 


Emma Morley: Por último e não menos importante, muito amor por essa personagem, talvez mais que a Lizzie Bennett. Eu acho que a Em me representa em muitos aspectos e não posso expressar o quão feliz eu fui em conhecê-la. Eu sempre escrevo sobre Um Dia aqui no blog e droga, eu sempre acabo rasgando tanta seda que perco a moral em meu discurso. O fato é que, se eu virasse um personagem literário, eu seria a Emma.

7 de março de 2015

Como eu aprendi a andar de bicicleta aos 21 anos

Quem acompanha o blog já deve ter lido algo sobre eu, bicicletas, e que eu não sabia - SABIA - andar de bicicleta até o começo desse mês e que aprender era um dos meus objetivos para 2015! Pois bem, eu sou praticamente uma ciclista desde o começo desse mês :)

Um dos responsáveis por isso, além da minha vontade de aprender, é o Bike Anjo. O projeto reúne pessoas que querem aprender com voluntários que querem ensinar pessoas a andar de bike e criar uma cidade com menos carros e mais espaço para pessoas.

E não só para as primeiras pedaladas, os anjos ajudam a quem não andam a muito tempo voltar a pedalar ou os ciclista a irem para a rua: te ajuda na adaptação para usar a bike como meio de transporte regular.


O projeto já existe em 261 cidades e 6 países e 1450 bike anjos. Quem quiser aprender, procurar no Facebook ou dá um Google para achar os anjos mais próximos.

Domingo passado, eu tirei a bunda da frente da TV na certeza de pagar muito mico e com o objetivo de só largar a bicicleta quando eu tivesse pedalando. A gente se encontrou no Parque da Sementeira aqui em Aracaju no meio da tarde. Foram vários voluntários cedendo seu tempo, talento e bicicleta; e vários aprendizes. O Bike anjo tem uma técnica de ensino diferente daquela que nossos pais usam e que eu achei bem mais eficiente.

A gente consegue desenvolver equilíbrio com mais facilidade e se a gente não sair pedalando de primeira, don't worry, todo mês tem oficina. Eu aprendi no primeiro dia, mais por força de vontade que qualquer outra coisas, mas havia alunos que estavam na segunda aula e outros que acabaram por esperar para tentar de novo nas próximas oficinas.



Olha a a alegria da pessoa pedalando pela primeira vez, o vídeo foi gravado e editado pelo pessoal da Ciclo Urbano/Bike Anjo ;)

Mais do que aprender a andar de bicicleta, eu ganhei novos amigos anjos, um hobbie novo, uma atividade física e um evento semanal com os amigos: A gente começou a aproveitar um outro projeto em prol de mais bikes, aqui em Aracaju é Caju bike, encontrando a galera para andar de bike uma vez por semana em um parque público da cidade.

O Caju Bike é uma iniciativa da prefeitura com a empresa de internet NET e a Serttel. Existem várias estações de bike pela cidade, você só precisa baixar o app (ou fazer uma ligação do seu celular, após o cadastro no site) e pagar a tarifa no cartão de crédito. Aqui em Aju, você paga $5,00 a hora, ou $10 reais o mês.

O legal é que mesmo quem não tem bicicleta pode conhecer a cidade, pegar uma carona rapidinho ou sair com os amigos para aproveitar um dia de sol! Minha próxima aventura (além de aprender a fazer curva com sucesso) é sair para o trânsito e usar bike como transporte regular.

Eu não cai e paguei muiiiitos micos nesses dias de ciclista, mas aprendi que nunca é tarde para aprender coisas novas, que a melhor endorfina é a que você adquire ao ar livre e que uma cidade com menos trânsito e mais qualidade de vida é possível.

@lorena_rcorreia

Update em 17 abr 2015

22 de fevereiro de 2015

Rotaroots | Cinco Filmes para o Oscar da minha (nossa) vida

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Hoje tem Oscar e o Rotaroots sugeriu que a gente premiasse os filmes que marcaram nossa vida! Eu chamei a Regina para me ajudar com as escolhas de filmes e categorias.

Como em todos os nossos posts escritos a quatro mãos, dividimos o texto com a seguinte legenda: Opinião da Regina - Opinião da Lorena - Opinião do Mil Alices ;)

Melhor Romance de Todos os Tempos:

Regina: Definitivamente existem vários filmes que ocupam esse lugar no meu coração, mas atualmente o que encontra-se no topo dele é “Se Meu Apartamento Falasse”. Uma comédia Romântica divertida, porém quase sempre melancólica e com alguns momento sérios. O que torna especial pra mim  é que os dois protagonistas são cativantes e de cara nos identificamos com eles. Ambos buscam aquilo que qualquer um de nós busca, algo que os complete. Um Amorzinho de filme.



Lorena: Que coisa difícil dizer apenas UM FILME. Se fosse filmes de romance que eu amo, a lista ia ser enorme incluindo: Uma linda mulher, Bonequinha de Luxo, Um dia, Sabrina (o filme com Audrey Hepburn), Orgulho e preconceito, Quanto mais quente melhor, Sob o sol da Toscana... um monte de filme velho, mas sim: Não se fazem Romances como antigamente.

Porém, eu vou escolher O Fabuloso destino de Amélie Poulain porque... Eu amo a forma que Amélie vê o mundo e independente da parte romântica do filme, ela ganhou meu coração. Romance francês dirigido por Jean-Pierre Jeunet em 2001, o filme conta como Amélie consegue transformar a vida das pessoas ao seu redor e como um grande amor pode transformar sua própria vida.

Filme que eu poderia viver dentro:


Regina: Estou em fim de período da universidade e já me imagino segurando meu caderno e gritando: “EU JURO, TENDO DEUS COMO MINHA TESTEMUNHA, EU VOU SOBREVIVER AO FIM DE PERÍODO.” 

Lembra algo? Sim! A famosa cena de Scarlett O’Hara em “O Vento Levou”, jurando que nunca ia passar fome novamente. Tempos problemas quase iguais aos da Scarlett. 

Amo essa personagem de verdade, por ser totalmente diferente da mocinha perfeita. Scarlett é uma norte-americana, sulista, orgulhosa, egocentrica, fútil e por vezes mimada. Até que a Guerra Civil assola o sul dos Estados Unidos e ela precisa crescer para reconstruir sua vida. A menina superficial dá espaço a uma mulher forte, porém não menos egocêntrica e cheia de erros, não menos humana. E claro como um booooooom clássico, tem uma história de amor cheia de idas e vindas com o também longe de ser perfeito, Rhett Butler.

Lorena: Eu poderia viver em muitos lugares, principalmente os de ficção tipo em Wonderland, ou Nárnia, ou Hogwarts... mas eu acabo preferindo os livros que as adaptações dessas histórias. Então, escolhi um lugar de ficção que apenas vi sua versão cinematográfica: as Terras Médias. Beleza, é meio clichê, mas eu sou totalmente clichê. Acho que o primeiro filme que eu verdadeiramente amei na vida foi O Senhor dos Anéis e me mudaria facilmente para lá, nos tempos de paz... óbvio.


Melhor adaptação literária:
  
Keira Knightly & Matthew Mcfadyen  (Elizabeth Bennett & Mr. Darcy) Pride and Prejudice

Regina: Orgulho e Preconceito - Amo Jane Austen, amo Keira Knightley, amo um filmão britânico. A famosa história de romance entre Mr. Darcy e Elizabeth Bennet ganha uma adaptação linda, mostrando uma charmosa Inglaterra Rural do século XIX, um encantador Mr. Darcy e uma família Bennet maravilhosamente bem retratada. E depois desse filme ninguém mais pode ser a Lizzie Bennet na minha cabeça que a lindona da Keira. 

Lorena: Meu eleito seria Orgulho e Preconceito, mas alguém elegeu esse filme antes de mim. Então minha próxima dúvida foi entre Um dia e O poderoso Chefão, que segundo Regina é o mesmo que comparar Beatles com NX0, buuut, eu li o livro que originou Um dia e é meu livro favorito desse século. Assim, the oscars goes to... Um dia. Tá, eu já escrevi sobre ele duzentas mil vezes no blog (aqui e aqui), então, apenas: Leia e Assista o quanto antes.

Filme a gente gosta, mas vergonha de admitir: 

Regina: O Diário de um Banana - O filme tem como herói Greg, um pré-adolescente baixinho, magrelo que tenta sobreviver e tornar-se popular no ensino fundamental. É cheio de clichês de filme de escola e etc, mas é aquele tipo de comédia cada vez mais rara de encontrar, leve, bobinha e sem apelação. Divertidíssimo. 



Now I've had the time of my life, No I've never felt like this before, Yes I swear it's the truth, And I owe it all to you... ♪

Lorena: Dirty Dance, definitivamente.Eu já perdi as contas de quantas vezes eu vi e cantei com esse filme na sessão da tarde. E, gente, é Patrick Swayze nos bons tempos. Eu nunca superarei isso. 

Melhor Filme desse século:


Regina: “Birdman ou a Inesperada Virtude da Ignorância” - Existeem váaaaaaaaarios filmes que poderiam ocupar essa categoria, mas escolhi  um entre os indicados ao Oscar, que é o meu favorito pra ganhar o prêmio principal. É uma comédia de humor negro que se passa nos ensaios de uma peça da Broadway e foca sobre a necessidade desesperada do protagonista, ator de sucesso comercial, obter reconhecimento. Ainda tece várias críticas inteligentes a atual indústria do cinema.

Lorena: Os intocáveis, o filme francês de 2011, é meu eleito! Também tenho um monte de filmes importantes na minha vida, mas esse é um daqueles que sempre que eu assisto me toca profundamente. No filme, Philippe é um cara rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele contrata Driss, um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. O filme fala de uma amizade linda, que transforma a vida de várias pessoas e emociona muita gente!


Quais os favoritos de vocês? 
Para hoje a noite e para a vida.

18 de fevereiro de 2015

15 coisas para 2015!

Feliz ano novo, galeeero!

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Eu não sou partidária dessa de que o ano no Brasil começa depois do Carnaval, até porque o meu ano começa quando termina o 2014.2 da Universidade (Universidades públicas grevistas do brasil, minha gente) e, no meu caso, ainda estou em 2014.2.

A minha ausência já deve ter avisado que as coisas estão muito corridas para mim e só agora que eu tive tempo de pensar seriamente no meu 2015, neurótica por listas e planejamento que eu sempre fui, ta aí as quinze coisas que eu planejo para esse ano:


01. Tirar minha CNH: Essa vai ser a segunda vez que eu tento tirar minha carteira de habilitação e, para ser bem sincera, eu dirijo igual ao Bob Esponja. Então, acreditem quando eu digo que é algo importante para mim.

02. Fazer um curso de Webdesigner: Não vou seguir carreira de designer, por que eu sei que não é para a minha pessoa, mas eu tenho vontade de aprender a me virar melhor na blogsfera e eu bem que tô necessitada de aprender o básico de photoshop, ilustrator e companhia. E não, eu nunca fiz o tipo autodidata.

03. Melhorar meu inglês: E eu não faço ideia de como. Desde que eu acabei meu curso de inglês (aqueles em um ano, falei sobre isso aqui), parei completamente de estudar ou treinar inglês e, como era de se esperar, estou MEGA esquecida de tudo.

04. Começar a aprender um outro idioma: Siiiiim, odeio estudar idiomas, mas gosto de entender o que o povo fala em outros idiomas. Ainda não sei o que vou tentar aprender, mas acho que vou começar a estudar sozinha pela internet. Oremos.

05. Começar a organizar meu intercambio: De 2016 não passa! Estou enrolando esse intercambio desde que eu me lembro por gente e dentre incontáveis experiências frustradas (algumas narradas no blog), esse ano eu pretendo levar a sério e começar a planejar efetivamente como eu vou fazer isso. Tem um post legal no blog da Loma sobre viagens longas ;)


06. ME FORMAAAAAAR \õ/

07. Ler 15 livros: Todo ano eu tenho uma meta de quantos livros ler; ano passado li doze, então é um número plausível para esse ano.

08. Conhecer São Paulo: Porque é uma vergonha querer sair do Brasil e não conhecer o Brasil.
09. Conhecer Morro de São Paulo: Porque é uma vergonha querer sair do Brasil e não conhecer o Brasil.

10. Ter uma rotina saudável com blog e mídias sociais: Todo ano eu prometo isso, parem de me julgar.

11. Aprender a nadar: Não, eu não sei nadar. Sim, eu preciso aprender.
12. Aprender a andar de bicicleta: Não, eu não sei andar de bicicleta. Sim, eu preciso aprender.

13. Melhorar minha alimentação: Todo ano eu prometo isso, parem de me julgar.
14. Parar de tomar refrigerante forever: Todo ano eu prometo isso, parem de me julgar.

15. VIVER. Com menos listas, menos obrigações, dormir mais, sair mais, ser menos neurótica... Don't worry. Be happy.

E esse é o plano! O que vocês pensaram para 2015?


Disclaimer: O futuro desse blog a Deus pertence. Seríssimo. 
Não sei como vai ser daqui para a frente e nem quero pensar, planejar ou prometer. O Mil Alices é um hobbie e continuará sendo por um bom tempo; para quem quiser continuar atualizado, assina por e-mail para receber os alertas de posts novos (ali no canto esquerdo da página). 

Já quem me segue em outras redes, deve ter percebido algumas mudanças nos nicks (a.k.a. @) e sim, eu estou reestruturando algumas mídias, atualizando outras... já já fica tudo certo.

Outras questões, tem respostas prontas no F.A.Q. do blog, ou fala comigo lá no twitter: @lorena_rcorreia

13 de dezembro de 2014

Cabelo, cabeleira, cabeludo, descabelada.

Nos últimos quatro anos, eu já fui ruiva, cortei na altura dos ombros, pintei de preto bem escuro, franjinha, tom chocolate, cabelão batendo na cintura, morena de novo, loirinha, franjão, loiríssima, cortei na altura dos ombros. E cortei de novo! Um Chanel (é, eu sou dessa época) bem clássico e acima da nuca.


Eu tenho o maior desapego do mundo a cabelo. Aliás, deixa eu te contar uma novidade: CABELO CRESCE! Eu tenho a sorte de amar de paixão o trabalho do meu cabeleireiro e mesmo super ansiosa, sempre fecho os olhos e embarco nas ideias dele! Aliás, estou redescobrindo agora a cor natural do meu cabelo depois de anos de coloração.

A questão não é exatamente como você usa seu cabelo, se ele é "ruim" ou "bom" - com aspas porque eu odeio isso de "cabelo bom/ruim" -, ou o que você faz com ele: O que eu estou querendo discutir é a opinião de todo mundo em relação ao cabelo da cabeça dos outros. 

Sim, eu digo que não gosto do cabelo de fulano ou ciclano porque é assim ou assado, mas nas últimas 24 horas tudo que eu escuto é "como você é corajosa" e a impressão que eu tenho é que as pessoas me vêem desse jeito:


Por que eu sou exatamente corajosa? Por ter tirado, finalmente, toda química do meu cabelo, coisa que eu considero extremamente difícil para qualquer mulher no mundo atual ou por ter saído dos padrões cabelo comprido que homem gosta para um curtinho básico que EU amo?

Eu não me considero feminista, mas sou plenamente ciente do meu egoísmo e, como vi alguma vez em SATC, "estou em um relacionamento comigo mesma a muito tempo" para me importar com o que os outros acham sobre meu cabelo ou sobre qualquer ponto da minha aparência fora do padrão que homem gosta.

É estupidamente frustante alguém dizer que não gosta de algo mim porque está fora do padrão social, mesmo que eu me sinta confortável assim. Mesmo que minha meta de vida não seja encontrar um HOMEM que queira casar comigo e isso nem deveria ser a meta de vida de ninguém (homem ou mulher), mas sim a consequência de encontrar uma pessoa bacana que te aceite de cabelo curto e havaianas. 

O que eu quero defender é o direito das pessoas serem quem elas são e fazerem o que elas gostam em qualquer sentido possível sem ser criticada por estar dentro ou fora do que a sociedade considera legal. Todo mundo tem um objetivo de vida e isso não precisa estar dentro na caixinha dos outros.

Sou corajosa? Sim! Mas por que eu tenho objetivos de vida, porque eu adoro o "meu estilo" e meu cabelo curtinho, porque eu tenho vontades além do que todo mundo considera aceitável. E sim, uma galeeera gostou do meu cabelo, e riu comigo e pediu o número do Pedro, eu estou apaixonada pelo que vejo no espelho e me sinto mais livre no meu dia-a-dia. 

Acredito fielmente que cada um pode e deve ser descabelado do jeito que bem entender e ninguém tem nada a ver com isso.

28 de outubro de 2014

TED Talks



Uns dois anos atrás, eu li um livro chamado ABC das Mídias Sociais do Chris Brogan. No livro, Brogan cita - incontáveis vezes - o poder de compartilhamento de ideias do TED. Na época, eu não procurei entender o que era o TED e só agora eu comecei a me apaixonar pela organização.

No começo de Outubro o Rio de Janeiro recebeu a conferência TED e, por isso, eu tive a iniciativa a acompanhar mais de perto tudo que envolve o projeto. O TED foi fundado nos EUA em 1984 pelo arquiteto Richard Saul Wurman com a proposta de conectar pessoas com projetos e ideias inovadoras de design e tecnologia, o nome TED é um acrônimo para Technology, Entertainment, Design.

Com a filosofia de "ideias que merecem ser disseminadas", o TED cresceu e hoje consiste em palestras de até 18 minutos, gravadas em suas conferências mundo a fora e espalhadas (com números recordes) pela internet. São mais de quinhentas palestras sobre os mais diversos temas, que podem ser visualizadas, incorporadas compartilhadas... e os ouvintes podem inclusive fazer o download em HD, direto do site ou app para smartphone.

Minha palestra favorita mais recente é da Argentina Pia Mancini, ela fala sobre formas de "trazer a democracia para o século XXI" e sua experiência na Argentina. As palestras estão em vários idiomas e a maioria é legendada em inglês/portguês/espanhol:


Eu não sei como funciona a curadoria do TED, mas os temas são de incrível relevância social e vão de Bill Gates à chefes indígenas brasileiros. Para o palestrante é uma excelente forma de difundir suas ideias e buscar apoio; e para os ouvintes, a oportunidade de aprender e ver a sociedade de um ângulo mais amplo.

Você pode acessar o site oficial do TED (em inglês) AQUI; e a lista de aplicativos para celular/tablets AQUI.

25 de outubro de 2014

Como a "computação em nuvem" salva meu dia a dia:

Eu estou looonge de ser nerd, geek ou seja qual for o termo da moda, mas tecnologia existe para facilitar nossa vida e eu aproveito o máximo que posso! Sendo uma pessoa neurótica com organização e, infelizmente, mais ocupada do que eu gostaria, a Computação em Nuvem (Cloud Computing, em inglês), tem me dado a chance de aposentar o pendrive e acessar meus arquivos de qualquer aparelho com um bom acesso a internet.

Essa não é uma "linha editoral" recorrente aqui no blog, mas acho que cai bem entre os Manuais de sobrevivência e dicas que facilitam nossa vida, são sempre bem vindas. Minha opinião aqui é APENAS como usuária e eu posso estar equivocada em algum termo técnico.

Primeiro, Cloud Computing é uma nova solução tecnológica (não sei se esse é termo, me corrijam ai) em que qualquer pessoa pode upar - de forma pública ou não - qualquer tipo de arquivo e acessá-lo de qualquer lugar que você quiser através da internet. Exemplos que estão completamente incorporados ao nosso dia a dia é o 4Shared; o OneDrive, aquele quando você acessa hotmail/outlook/live; ou o Google Drive.

Eu consigo, por exemplo, integrar meu celular e meu notebook de forma a ver as fotos que tirei com o celular, sem precisar conecta-los com o USB; ou ler os arquivos da faculdade do meu celular sem ter que salva-los propriamente no aparelho. 


Google Drive (antigo Google Docs)!


Eu uso o Google Drive para arquivos que eu quero que sejam público, você tem essa opção de compartilhar suas pastas/arquivos com outros usuários ou mantê-los privado. Você pode fazer isso de qualquer servidor, mas por ser integrado a minha conta Google, eu considero mais fácil para utiliza-lo no dia a dia do blog, como o formulário de sorteios e afins.

A única coisa que eu curto (de verdade) no Google Drive são esses formulários e a facilidade em criar arquivos colaborativos: eu consigo upar o arquivo de um trabalho da faculdade e divulgar com os outros integrantes do grupo para possíveis alterações;

Por outro lado, eu acho que os produtos do Google não são pensados para o usuário e quando eu me acostumo e aprendo a usar uma função, eles atualizam a bagaça toda! É irritante. Eu não sei dizer a capacidade de armazenamento do Google Drive porque eu uso pouquíssimo, mas não costumo ouvir reclamações a esse respeito.


One Drive (antigo Sky Drive)!


O One Drive é da Microsoft, todo mundo que tem e-mail hotmail, live, microsoft ou outlook é automaticamente cadastrado, odeio isso: parecem que me obrigam a utilizar algum serviço. Eu uso esse servidor para salvar minhas fotos.

Ao contrário do Google Docs, você pode instalar o One Drive no seu computador, no caso do windows 8 já veio instalado. Então, você salva seus arquivos na pasta do seu computador e ele automaticamente é upado "nas nuvens", podendo acessar direto do site ou do seu e-mail ou do aplicativo em celulares. O legal mesmo é que dá para anexar arquivos no e-mail direto do One!

Existe a opção de gerenciar tudo direto o site, mas eu não gosto de manter o navegador aberto upando fotos, videos e etc. Eu não sei como é a capacidade de armazenamento, mas o meu é bom enorme, acredito que seja por causa do meu sistema operacional (Windows 8), mas sem certeza.


Dropbox


Gente, Dropbox é puro amor! Eu o descobri em uma das empresas que trabalhei e é uma mão na roda todo dia da minha vida. hahaha

O armazenamento gratuito deles é muito pequeno e isso me obrigou a dividir meus arquivos entre o One Drive e Google Drive, como eu venho explicando nesse post, e eu só não pago por mais espaço porque eu sou estagiaria (cadê a grana, meu povo?) e até o momento eu consigo administrar todos os serviços sem maiores problemas.

O que eu faço no Drop? TUDO. Lembram daquela pasta "meus documentos" que quase todo mundo tem? Eu uso o Dropbox. Ele e o One são muito parecidos, exceto que o Dropbox não é vinculado a nenhuma rede social. Eu considero isso um ponto positivo porque eu sinto uma maior privacidade nessa plataforma.

Eu fiz o cadastro; baixei o programinha no PC, no celular e  uso para quase tudo, sendo que quatro funções são essenciais na minha vida:

1. Envios da câmera: TODAS as fotos que eu tiro do meu celular são enviadas automaticamente para a nuvem e eu acesso do meu computador sem precisar de USB! ♥ Eu também posso enviar as fotos da festa que recebi pelo whatsapp ou upar alguma arquivo que baixei no celular, através de uma comando de compartilhamento.

2. Capturas de tela: Eu posso configurar para que TODO print que eu tirar da minha tela do PC seja automaticamente salva como .jpeg no meu computador e depois editar como eu quiser.

3. Ler/editar/salvar qualquer arquivo: Eu liguei meu PC pessoal com o PC do meu trabalho. Assim, quando eu preciso checar algum arquivo pessoal no trabalho, eu abro a pasta do drop e acesso o arquivo que teoricamente eu só veria quando chegasse em casa e vice versa.

4. Pastas compartilhadas: Eu gosto dessa função tanto aqui quanto no One Drive. Por exemplo, eu crio uma pasta que pode ser alterada por um grupo de pessoas específicas e nós conseguimos compartilhar todas as fotos de algum show ou viagem ou qualquer coisa assim. Depois que somos sincronizados, você pode remover o compartilhamento ou sair da pasta sem precisar de milhões de e-mails com anexos ou pendrives.


E a nossa PRIVACIDADE?

Imagem: Tecedora

Eu conheço muita gente não não utiliza a Nuvem com medo que seus arquivos pessoais seja expostos na internet. Não posso afirmar que isso é impossível, mas eu assumo o risco em nome da facilidade do meu dia a dia.

Eu passei a não temer "a nuvem" em uma aula na faculdade. A gente discutia privacidade de dados e meu professor fez a seguinte pergunta: "O que é REALMENTE privado na rede?" Eu ainda não uso a nuvem para salvar documentos pessoais (scan do RG, por exemplo) como muita gente faz, mas se houver uma real necessidade disso eu faria sem pestanejar... Eu acho que cabe o bom senso e conhecer da ferramenta para que o mau uso não seja responsável por possíveis vazamentos.


Prós, Contras e Conclusões

Eu já citei todas as funcionalidades na minha vida, assim como o que me incomoda mais em cada servidor. Acredito que o principal requisito para dar certo e funcionar a seu favor é, acima de tudo, conhecer a ferramenta e isso você só aprende utilizando e "googlando".

Também acredito que ter organização é essencial, porque nada disso vai funcionar se seus arquivos forem uma completa bagunça. Além de uma conexão com internet, no mínimo, mais ou menos. Percebi que a principal vantagem é eliminar os backups em CDS, Pendrives e mídias.

Com toda certeza eu consegui trocar de notebook sem a dor de cabeça de perder todos os meus arquivos e fotos no processo. Eu apenas tive que instalar o Drop e o One no novo PC e esperar sincronizar. Tudo estava a minha disposição novamente. Assim, até o momento, tem funcionado para mim. 

E vocês? Qual a sua experiência com as Nuvens?